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Projeto Young Riders - Programa de Intercâmbio


Arte: Amanda Saladini

É a possibilidade de conhecer países e culturas diferentes através do cavalo. Programa reservado a jovens entre 14 e 20 anos de idade que consiste em participar de uma prova de Enduro no exterior e receber o cavaleiro estrangeiro para participar de uma prova similar no Brasil. O jovem deve se inscrever no programa através da participação em uma clínica de equitação onde ele será preparado técnica e culturalmente para o evento e país escolhido. Este programa faz parte do acordo firmado entre a FFE e a CBH. Itália e Bélgica manifestaram interesse em participar. Inscrições enduro@cbh.org.br


Projeto Young Riders 2007/2008

A primeira clínica do Projeto Young Riders Brasil, Programa de Intercâmbio, será realizada no Haras Triunfo, Colônia Witmarsum (Palmeira, Paraná), nos dias 30 de novembro, durante todo o dia e com almoço; e 1 de dezembro, até o meio dia; e logo após confraternização com todos os participantes.

Os participantes ficarão alojados no próprio Haras Triunfo e serão recepcionados por João Leonel Antocheski (41 99994-5177, antocheski@uol.com.br e Marcelo Ulsenheimer (41 99108-7149, marceloul@uol.com.br) diretores de Enduro do Paraná.

A segunda clínica será realizada em 15 de fevereiro 2020, no Centro Hípico Marco Zero, Araçoiaba da Serra / SP.

“Através do Dr. Guilherme Ferreira Santos, a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) firmou parceria com a Fédération Française d’Equitation (FFE) para o Projeto Young Riders, Programa de Intercâmbio e tanto a Bélgica quanto a Itália também demostraram interesse e já estamos em negociação”, declarou Silvio Arroyo, diretor de Enduro da CBH.


Entrevista com Guilherme Ferreira Santos

AHI: Como (res) surgiu a ideia de se fazer este intercâmbio?
GFS - Confesso que não passava pela minha cabeça; sempre achei que fosse algo do passado, mas duas pessoas me fizeram pensar no ressurgimento desse programa: Ana Carla Maciel, que participou do projeto na sua época de Young Riders, e o francês, Jean Michel Grimal, nomeado novo selecionador das Equipes da França, e que também viveu essa experiência como chefe da Equipa Francesa em 2010, me fizeram acreditar que algo tinha se perdido com o desaparecimento desse projeto e que o mundo sentia falta disso.

AHI: Como se dará? Serão realizadas clínicas como fez anteriormente?
GFS - Quero aproveitar o recomeço pra organizar melhor esse trabalho. É um programa Nacional e gostaria que o maior número de estados participasse. Inicialmente a ideia é fazer clínicas regionais com o objetivo de fomentar e motivar jovens a fazer enduro, mesmo que ainda não tenham qualificação ou nível pra participar de um intercâmbio imediatamente, mas prepará-los pra viver essa experiência um dia, e avaliar aqueles que têm idade e qualificação e preparando-os pra viver essa experiência.

AHI: Em quantos dias serão?
GFS - Uma clínica durante um final de semana a ser realizada ainda este ano em cada estado interessado.

AHI: Qual o real objetivo das clínicas e do intercâmbio?
GFS - Conhecer o potencial e realidade de cada região. Enduro não é só esporte, é também educação e lazer, e através dele proporcionar a esses jovens conhecerem países e culturas diferentes, uma oportunidade de crescimento incrível sem falar na motivação de continuar a praticar o esporte. As clínicas servem para preparar os jovens a viver uma experiência de vida diferente e aproveitar a oportunidade, mostrando a eles como o enduro é praticado em outras partes do mundo.

AHI: Quais os critérios para o cavaleiro participar das clínicas?
GFS - As clínicas serão organizadas pelos representantes das federações que deverão fazer o necessário pra divulgar em seus estados a realização deste evento, qualquer jovem de qualquer nível poderá participar sem qualquer requisito preliminar.

AHI: Quantos Jovens Cavaleiros poderão participar?
GFS - As clínicas serão organizadas em função do número de participantes. Não existe um número determinado.

AHI: Em quantas etapas serão realizadas as clínicas? Serão regionais?
GFS - Pretendo organizar ainda este ano, uma clínica, em cada região interessada, a fim de avaliar o potencial de cada região.


AHI: Nas clínicas do passado, os interessados competiam em provas de 120 km. As clínicas serão nos mesmos moldes, ou o que muda e por que?
GFS - Nos últimos anos perdemos um número considerável de jovens praticando enduro, e as dificuldades nos processos de qualificação FEI para provas de 120 km me fizeram pensar que seria inteligente nos adaptarmos a uma categoria inferior para termos um número maior de adeptos.

AHI: Além do intercâmbio quais os outros benefícios que a clínica pode trazer ao participante?
GFS: Os benefícios são incontáveis, cada um aproveita da sua forma, evolui em função de suas características próprias e cresce da sua maneira, é uma oportunidade de desenvolver aptidões e descobrir o mundo através do cavalo, uma paixão comum que facilita todo o entendimento.

AHI: O que pode nos adiantar acerca das clínicas e do intercâmbio?
GFS: Você me conhece porque sempre acompanhou o meu trabalho e eu não mudei, todas as pessoas que se interessarem em participar deste programa terão de mim a mesma atenção e as mesmas oportunidades.

AHI: Os jovens cavaleiros que participarem do intercâmbio e com certeza terão um bom cavalo para competir na França, terão que se comprometer a emprestar um bom cavalo. Como e quem escolherá este animal para o jovem da França?
GFS: Todos que se interessarem pelo programa terão oportunidade de participar, mas a partir do momento que estejam preparados para fazer o intercâmbio, terão que aceitar as regras do programa, o parceiro e cavalo designados no exterior e se comprometer a receber o cavaleiro estrangeiro oferecendo a ele atenção, companhia e um cavalo preparado para competir no Brasil aprovado por mim.

AHI: Atualmente não temos tantos Young Riders como em anos anteriores, você acredita que estas clínicas e o intercâmbio poderão servir como motivação para novos jovens cavaleiros?
GFS: O objetivo das clínicas não é somente o de preparar os jovens para o intercâmbio, é também o de criar uma forma de encontrar novos interessados a praticar o esporte oferecendo uma oportunidade de aprender, evoluir e conhecer um novo mundo através do enduro.

AHI: Qual a real participação e comprometimento destes jovens cavaleiros?
GFS: Acredito que é participação da família, comprometida e envolvida na educação de seus filhos.

AHI: Já tem ideia de qual prova no Brasil os participantes da clínica competirão e na França?
GFS: Precisamos analisar os calendários antes de escolhermos as provas, mas as férias escolares terão um papel importante nesta decisão.

AHI: Como se dará o critério de escolha de qual (is) Young Rider (s) participará (ão) do intercâmbio?
GFS: A categoria Young Rider é muito curta, temos que entender que os mais velhos precisam ter prioridade, desde que estejam preparados tecnicamente e em condições de atenderem a todos os requisitos de participação.

AHI: Há uma enorme diferença com a vivência/rotina diária com o cavalo entre os jovens cavaleiros franceses e os brasileiros. Como estas clínicas poderão ajudar aos jovens cavaleiros brasileiros?
GFS: Este é o principal objetivo das clínicas, aproximar os jovens da cocheira, tornando-os independentes e autossuficientes, trazê-los mais perto do cavalo, precisam aprender tudo sobre esse animal, essa linguagem é universal e assim poderão viver essa paixão em qualquer lugar do mundo.

AHI: Como está a parceria com a França? Com quem?
GFS: A parceria com a França é muito antiga e sólida, ainda maior agora com a nomeação de Jean Michel Grimal como selecionador nacional, um velho amigo do Brasil que conhece os benefícios deste programa e que aproveitou as provas de seleção das equipes deste ano pra anunciar a volta do intercâmbio com o Brasil.

AHI: Como está esta parceria com IEB/FPH/CBH?
GFS: O programa é nobre, tem valor social gigantesco, as instituições em conjunto o apoiam integralmente.

AHI: O intercâmbio tem respaldo da Federação Equestre Francesa?
GFS: A Federação Francesa apoia oficialmente o programa que depende evidentemente das famílias dos cavaleiros, dos admiradores deste projeto e de seus coordenadores.


Young Riders Exchange Program


Silvio Arroyo - CBH's Endurance Director

It is the possibility to know different countries and cultures through the horse. 14 to 20-year-old program consisting of participating in an Endurance race abroad and receiving the foreign rider to participate in a similar event in Brazil. The young rider must enroll in the program by participating in a riding clinic where he will be technically and culturally prepared for the event and country chosen. This program is part of the agreement between Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) and Fédération Française d’Equitation (FFE). Italy and Belgium expressed interest in participating. Registration enduro@cbh.org.br

The first Young Riders Brazil Project Clinic, Exchange Program, will be held at Haras Triunfo, Colonia Witmarsum (Palmeira, Paraná), on November 30, all day and with lunch; and December 1, until noon; and soon after fraternization with all the participants.

Participants will be housed in Haras Triunfo itself and will be welcomed by João Leonel Antocheski (41 99994-5177, antocheski@uol.com.br and Marcelo Ulsenheimer (41 99108-7149, marceloul@uol.com.br) Endurance directors of Paraná.

The second clinic will be held on February 15, 2020, at the Marco Zero Equestrian Center, Araçoiaba da Serra / SP.

“Through Dr. Guilherme Ferreira Santos, the Brazilian Equestrian Confederation (CBH) has partnered with the Fédération Française d'Equitation (FFE) for the Young Riders Project, Exchange Program and both Belgium and Italy have also shown interest and have we're negotiating”, said Silvio Arroyo, CBH's Director of Endurance.

Interview with Guilherme Ferreira Santos

AHI: How did the idea of this exchange come about?
GFS - I confess that it did not cross my mind; I always thought it was a thing of the past, but two people made me think about the resurgence of this program: Ana Carla Maciel, who participated in the project in her time as Young Riders, and the Frenchman, Jean Michel Grimal, appointed new team coach of France, and who also lived this experience as head of the French Team in 2010, made me believe that something had been lost with the disappearance of this project and that the world missed it.

AHI: How will it happen? Will clinics be held as you did earlier?
GFS - I want to take advantage of the restart to better organize this work. It is a National program and I would like the largest number of states to participate. Initially, the idea is to run regional clinics to nurture and motivate young riders to endurance, even if they do not yet have the qualifications or level to participate in an exchange immediately, but prepare them to live this experience one day, and evaluate those who are old and skilled and preparing them to live this experience.

AHI: How many days will it be?
GFS - A clinic for a weekend to be held later this year in each interested state.

AHI: What is the real purpose of clinics and exchanges?
GFS - Know the potential and reality of each region. Endurance is not only sport, it is also education and leisure, and through it providing these young riders with a knowledge of different countries and cultures, an incredible growth opportunity not to mention the motivation to continue practicing the sport. The clinics serve to prepare young riders to live a different life experience and seize the opportunity by showing them how endurance is practiced in other parts of the world.

AHI: What are the criteria for the young rider to attend the clinics?
GFS - The clinics will be organized by the representatives of the federations who will do what is necessary to disclose in this state the realization of this event, any young rider of any level can participate without any preliminary requirement.

AHI: How many young riders can participate?
GFS - The clinics will be organized according to the number of participants. There is no given number.

AHI: How many stages will the clinics be held in? Will they will be regional?
GFS - I intend to organize this year, a clinic, in each region concerned, in order to assess the potential of each region.

AHI: In past clinics, participants competed in 120 km races. Will the clinics be the same, or what changes and why?
GFS - In recent years we have lost a considerable number of young endurance riders, and the difficulties in the 120km FEI qualification process made me think it would be wise to adapt to a lower category to have a larger number of participants.

AHI: Besides the exchange, what other benefits can the clinic bring to the participant?
GFS: The benefits are countless, each one takes advantage of his own form, evolves according to his own characteristics and grows in his own way. It is an opportunity to develop skills and discover the world through the horse, a common passion that facilitates all understanding.

AHI: What can you tell us about clinics and exchanges?
GFS: You know me because you have always kept up with my work and I have not changed, everyone interested in participating in this program will have the same attention and opportunities from me.

AHI: The young riders who participate in the exchange and are sure to have a good horse to compete in France will have to commit to lending a good horse. How and who will choose this animal for the young rider from France?
GFS: Anyone interested in the program will have the opportunity to participate, but as soon as they are prepared to exchange, they will have to accept the program rules, the designated overseas partner and horse, and commit to receive the foreign young rider; offering him attention, company and a horse prepared to compete in Brazil approved by me.

AHI: We don't have as many young riders today as in previous years, do you think these clinics and exchanges can serve as motivation for new young riders?
GFS: The goal of clinics is not only to prepare young riders for the exchange, it is also to create a way to find new sports enthusiasts offering an opportunity to learn, evolve and experience a new world through endurance.

AHI: What is the real participation and commitment of these young riders?
GFS: I believe it's family participation, committed and involved in your children's education.

AHI: Do you have any idea which race in Brazil the clinic participants will compete in and in France?
GFS: We need to look at calendars before choosing races, but school holidays will play an important role in this decision.

AHI: What will be the criteria for choosing which young rider (s) will participate in the exchange?
GFS: The young rider category is very short, we have to understand that older people need to have priority as long as they are technically prepared and able to meet all participation requirements.

AHI: There is a huge difference with the daily experience / routine with the horse between young French and Brazilian riders. How can these clinics help young Brazilian riders?
GFS: This is the main goal of the clinics, bringing young riders closer to the stall, making them independent and self-reliant, bringing them closer to the horse, they need to learn all about this animal, this language is universal and so they can live this passion in any place in the world.

AHI: How is the partnership with France? With whom?
GFS: The partnership with France is very old and solid, even bigger now with the appointment of Jean Michel Grimal as national coach, an old friend from Brazil who knows the benefits of this program and took advantage of this year's team selection races to announce the return of the exchange with Brazil.

AHI: How is this partnership with IEB / FPH / CBH?
GFS: The program is noble, has gigantic social value, the institutions together fully support it.

AHI: Is the exchange supported by the Fédération Française d'Equitation (FFE)?
GFS: The Fédération Française d'Equitation officially supports the program which obviously depends on the families of the young riders, the admirers of this project and their coordinators.


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